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Manchete

Servidores da assistência social do GDF decidem manter greve

  • Redação
  • 02/04/2018
  • 18:13

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Com greve iniciada há um mês, os servidores da assistência social do GDF (Governo do Distrito Federal), realizaram nesta segunda-feira (2) assembleia popular e decidiram pela continuidade da paralisação. Após a reunião, os trabalhadores ocuparam o gabinete da secretária Ilda Ribeiro Peliz, titular da Sedestmidh (Secretaria de Estado do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos), em ato que durou até o início da tarde desta segunda. O objetivo foi chamar a atenção para que o governo atenda os integrantes do Sindsasc (Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural do GDF) para abrir negociação.

A assembleia contou com a participação de usuários da assistência social de Sobradinho, Planaltina, Arapoanga, Areal, Santa Maria e Samambaia. O apoio, de caráter inédito no DF, reflete a insatisfação da população quanto à negligência do governador Rodrigo Rollemberg em resolver os impasses que levaram à greve.

No último dia 26, o TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios) negou pedido feito pelo GDF para que a greve fosse declarada ilegal. A decisão proíbe o Executivo de cortar o ponto dos servidores que aderiram à paralisação. Para o presidente do Sindsasc, a decisão judicial é sinal de que a paralisação é justa. “O governo tentou tornar nossa greve ilegal e não conseguiu. O GDF está perdendo campo para a nossa capacidade de mobilização e para a nossa ótima relação com o público que atendemos. O governo não vai conseguir colocar a população contra a nossa categoria”, afirma Clayton Avelar.

Motivação da greve

A lista de reivindicações da categoria inclui o acerto retroativo do aumento salarial previsto em lei desde 2015, a realização de concurso público para suprir o desfalque de 2.600 trabalhadores da carreira; o pagamento de benefícios como vale-alimentação e licenças-prêmio; a melhoria das condições de trabalho para os servidores das Unidades de Acolhimento; a implantação de ajustes no Secat (Setor de Cadastro); a disponibilização da quantidade necessária de material de trabalho nos Centros de Convivência; a viabilização de transporte para os servidores; e a designação correta para o trabalho nos CREAS, que têm assumido a destinação de demandas dos Centros Pop.

Apoio amplo

A greve da categoria tem ganhado importantes apoios. O CAS-DF (Conselho de Assistência Social do Distrito Federal), entidade vinculada ao GDF, emitiu uma Moção de Apoio que reconhece a ingerência do governo em relação ao trabalho da assistência social pública no DF. Outra entidade que manifestou respaldo ao movimento foi o CRESS-DF (Conselho Regional de Serviço Social do DF). Além dos apoios institucionais, usuários do serviço e deputados distritais apoiam a ação colegiada.

100 mil famílias sem atendimento

O Sindsasc estima que, devido à falta de negociação imposta por Rodrigo Rollemberg, um total de 100 mil famílias estão sem atendimento de assistência social no DF. A atuação dos servidores da classe é destinada aos beneficiários de programas sociais, mulheres vítimas de violência e em situação de perigo, pessoas em situação de rua e desabrigados, crianças sem guarda ou que estão sob a tutela do Estado, idosos, pessoas com deficiência mental e vítimas de tráfico de pessoas.

Apenas o contingente mínimo de 30% de servidores da categoria está em atividade nas unidades de atendimento ininterrupto. Um total de 1.530 trabalhadores, o correspondente a 90% dos sindicalizados, aderiram ao movimento.

 

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