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Bloco Cafuçu do Cerrado agitou o domingo do brasiliense

  • Redação
  • 09/02/2015
  • 09:20

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Alguma coisa acontece no Carnaval de Brasília. Antes apontado como um dos menos animados do Brasil, agora parece que o Distrito Federal entrou de vez na folia. Prova disso foi a apresentação do bloco Cafuçu do Cerrado, que faz referência ao  bloco paraibano. Com aproximadamente seis mil pessoas, a festa foi pra lá de animada, com direito a tambores, DJs e música brega. Nem a chuva tirou a disposição do público. Até pernambucanos, acostumados com a agitação de Recife e Olinda, se renderam aos blocos  da capital.

“O Carnaval daqui ainda não se compara ao de lá, mas está ficando cada dia melhor. Já é o terceiro ano que acompanhamos o   Cafuçu do Cerrado”, afirmou o casal Harley Oliveira,   37 anos, e Marcela Pimental,   34. Os pernambucanos estavam ainda com a amiga Genoveva Moura,  40. Todos fantasiados de brega, a essência do bloco, que se concentra no Setor Bancário Norte.

SEMELHANÇA

Para a consultora Eugênia Cireno,   33 anos, o melhor dos blocos em Brasília, em especial o Cafuçu do Cerrado, é justamente ter características parecidas com o Nordeste. “Eu sou de Pernambuco e posso dizer, com toda a certeza, que Brasília está ficando cada vez melhor e mais parecida. A festa   tem   diversidade, você traz filhos, brinca”, declarou, apontando a  parada: o CCBB, onde acontecia o Encontro de Orquestras Populares, com muito frevo.

A amiga de Eugênia, também pernambucana Pollyana Pugas, de 33 anos, chegou a dizer que “no Carnaval de Brasília, dá para sentir o gostinho de casa”, referindo-se a Recife. Ainda assim, ela não resistiu e no sábado de Carnaval estará de malas prontas para a folia em Pernambuco, com o Galo da Madrugada. “Essa é a primeira vez que participo da festa   em Brasília e me impressionou bastante”, elogiou.

O   Cafuçu do Cerrado existe há três anos e, de acordo com um dos organizadores, Francisco Barreto, a intenção é aumentar o número de foliões a cada ano. “A  gente acredita que devam vir algo em torno de 6 mil, 8 mil pessoas e a ideia é   crescer, porque somos um bloco itinerante.  Vamos no movimento e à medida   que isso acontece, outros vão se misturando à folia”, destacou.

Saiba mais

O Cafuçu do Cerrado é um jovem bloco  pré-carnavalesco anual que desfila em Brasília sempre no Setor Bancário Norte no domingo, uma semana antes do Carnaval.

As raízes estão   nas culturas   paraibana e pernambucana, que baseiam-se nas troças: orquestras que tocam frevos, marchinhas  e outras músicas típicas.

Por inserir-se em um universo brega, o diferencial do bloco Cafuçu   é justamente a irreverência dos seus foliões, denominados cafuçus e cafucetas.

Não faltou criatividade nos figurinos

Já que o mote principal do Cafuçu do Cerrado é o brega, a exemplo do que acontece em João Pessoa, na Paraíba, o que não podia faltar na festa eram fantasias para lá de exageradas. Muita cor, muito enfeite, mistura de estampas e, claro, meninos vestidos com o pior das roupas femininas.

O jovem Marcos Vinicius, de 17 anos, não resistiu e caiu na folia com um babydoll rosa. Já o amigo Pedro Medeiros, de 18 anos, apostou em um look mais dark: uma bruxa. “Somos sensuais”, brincaram.

Os dois estavam dançando ao som da batucada do grupo Batukenjé, que arrepiava os foliões. “O Carnaval de Brasília está crescendo. A cada ano, mais gente vem e participa. E isso está começando a ser visto. Por isso, acreditamos que a própria Secretaria de Cultura deve se envolver mais com a festa. Os bloquinhos independentes estão cada vez mais criativos, chamando mais e mais pessoas”, afirmaram.

E no meio da batucada, eis que uma figura se destaca: Lucas Aguiar, 19 anos, jovem portador da Síndrome de Down. Animado, ele não parava de tocar o tambor. Quando finalmente o grupo deu uma pausa, a revelação: “Estou muito emocionado”. Para ele, o Carnaval é sinônimo de paz e amor. “É batucar feliz, pular. É assim que deve ser”, disse. Sua mãe, Marília Aguiar, de 61 anos, assistiu a toda a apresentação e ressaltou: “Ele gosta de muvuca. O importante para ele é fazer parte da festa”.

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