Ir para o conteúdo
Brasília Capital
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Geral
  • Brasil
  • Esporte
  • Turismo
  • Colunistas
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Geral
  • Brasil
  • Esporte
  • Turismo
  • Colunistas
  • Pelaí
  • Versão impressa

Economia

BC deve manter juro em 14,25% ao ano, maior patamar em uma década

  • Redação
  • 27/04/2016
  • 09:37

Compartilhe:

\"banco_central_5_3\"

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (27) e deve manter, pela sexta vez seguida, os juros básicos da economia brasileira estáveis em 14,25% ao ano. Trata-se do maior patamar em quase dez anos, segundo previsão dos economistas do mercado financeiro. Adecisão sobre a taxa de juros será anunciada na noite desta quarta.

Ao subir os juros ou mantê-los elevados, o BC encarece o crédito e reduz o consumo no país, atuando assim para segurar a inflação que mostrou resistência no ano passado e no início de 2016. Por outro lado, os juros altos prejudicam o nível de atividade da economia brasileira e, também, a geração de empregos.

Cenário da economia
Atualmente, a economia brasileira passa pela maior recessão de sua história. No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) teve retração de 3,8% e, para este ano, o mercado financeiro já prevê um tombo maior ainda, de 3,88%. Se confirmado, será a primeira vez na história com dois anos seguidos de encolhimento do PIB.

Com a economia patinando, o desemprego cresce. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o desemprego ficou em 10,2% no trimestre encerrado em fevereiro – o maior índice da série, iniciada em 2012. Pela primeira vez, a taxa da Pnad Contínua atinge dois dígitos. Esses fatores contribuem, teoricamente, para o controle da inflação.

Porém, ainda influenciada pelo alto patamar do ano passado, a inflação brasileira, em 12 meses, segue elevada, apesar do recuo nos meses recentes.

No período de 12 meses até março passado, a inflação somou 9,39%. Com isso, continua bem acima da meta central de 4,5% fixada para este ano, e também do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro.

Previsões e sinalizações do BC
No fim do mês passado, o BC estimou que a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, deve ficar entre 6,6% e 6,9% neste ano. Deste modo, ficaria, pelo segundo ano seguido, acima do teto de 6,5% determinado pelo sistema de metas de inflação do Banco Central. Em 2015, a inflação somou 10,67%, a maior taxa desde 2002.

O mercado financeiro previu, na semana passada, que o IPCA deste ano somará 6,98%. A expectativa dos economistas dos bancos para a inflação deste ano vem recuando sistematicamente nas últimas semanas por conta do cenário recessivo da economia brasileira e do aumento do desemprego.

Há um mês, ao comentar o cenário da economia durante uma audiência no Congresso Nacional, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, declarou que o balanço de riscos para a inflação permanecia \”desafiador\” e que a estratégia da instituição para a taxa de juros não contemplava, naquele momento, a hipótese de \”flexiblização da política monetária\”, ou seja, não previa redução de juros.

\”O processo de desinflação está começando agora. É importante que os agentes econômicos e a população se convençam da queda da inflação. Depois, começará a distensão [queda dos juros]. As expectativas dos agentes [para a inflação futura] têm de estar mais baixas para que esse processo de distensão [queda dos juros] comece\”, disse Tombini na ocasião.

Segundo pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras na semana passada, a previsão dos analistas dos bancos é de que a taxa básica de juros, fixada pelo BC, começará a recuar a partir de setembro deste ano – quando deverá cair para 14% ao ano. Em abril de 2017, a expectativa é de que os juros básicos já tenham recuado para 12% ao ano.

O que dizem os economistas
Segundo o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, para segurar a inflação, o Banco Central \”teve que criar uma recessão para segurar o mercado de trabalho e assim fazer com que os salários caiam em termos reais [descontada a inflação].\”

\”Não me parece razoável supor que o Banco Central vá iniciar um processo de afrouxamento agora das condições monetárias [corte de juros] uma vez que está na frente da curva. Ele deve esperar cair para dentro da meta a inflação de 2016 para matar de vez a questão e aí sim iniciar um afrouxamento mais perene da taxa básica\”, avaliou Perfeito.

O economista observou que a diretoria do BC pode ser trocada com a eventual queda da presidente Dilma Rousseff e ascensão de Michel Temer à Presidência da República, na esteira do processo de impeachment, mas acrescentou que, nesse caso, a tendência de queda dos juros, nos próximos meses, tende a ser mantida.

Uma eventual troca no BC teria de ser precedida de sabatinas da nova diretoria no CongressoNacional e da subsequente aprovação dos novos nomes pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal e depois pelo plenário daquela Casa. Por isso, não seria imediata.

Para José Francisco Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, o Copom deve manter os juros por conta das incertezas domésticas e externas.

\”A convergência da inflação para as proximidades de 6,5%, por cima, no fim deste ano, aumenta se a transição política mostrar governabilidade aceitável. O estrago feito pela recessão na inflação, a diluição do choque de tarifas e a trajetória mais comportada do câmbio devem se impor se o cenário político permitir. É possível, assim, pensar em ciclo de queda da Selic a partir de julho\”, avaliou ele.


Multa por envio de declaração fora do prazo chega a 20% do imposto devido


Gasolina está R$ 0,02 mais barata no Distrito Federal


Planos de saúde estão em risco com aumento de custos operacionais


Compartilhe essa notícia:

Picture of Redação

Redação

Colunas

Orlando Pontes

Orlando Pontes

Administração de Taguatinga terá novo endereço

Caroline Romeiro

Caroline Romeiro

Por que a nutrição virou protagonista no futebol?

José Matos

José Matos

Parábolas para mudar a sua vida – I

Carlos Alenquer

A grande depressão e a comida jogada fora

Júlio Miragaya

Júlio Miragaya

O coração do mundo

Chico Sant'Anna

Ferrovia 3 em 1 para ligar Brasília ao Entorno Sul

Tersandro Vilela

Tesandro Vilela

Cresce uso da IA por estudantes brasileiros

Júlio Pontes

Júlio Pontes

“Lá no céu de Brasília estrelas irão cair”

Últimas Notícias

Famílias selecionadas para o DF Social têm até quinta (25) para abrir conta no BRB

23 de setembro de 2025

Seminário jurídico debate novo marco legal dos seguros

23 de setembro de 2025

Administração de Taguatinga terá novo endereço

22 de setembro de 2025

Celina Leão participa da abertura dos Jogos dos Institutos Federais

22 de setembro de 2025

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram
Brasília Capital

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão Impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão Impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2025 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.