Ir para o conteúdo
Brasília Capital
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Geral
  • Brasil
  • Esporte
  • Turismo
  • Colunistas
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Geral
  • Brasil
  • Esporte
  • Turismo
  • Colunistas
  • Pelaí
  • Versão impressa

Sem categoria

Câmara rejeita financiamento empresarial de campanhas eleitorais

  • Redação
  • 27/05/2015
  • 09:05

Compartilhe:

\"20150527010748574469i\"PMDB acabou derrotado no cabo de guerra com o restante da base. Limites para doações de empresas deve ser incluído em lei ordinária, diz líder peemedebista.

A Câmara dos Deputados rejeitou na madruga desta quarta (27) a doação de empresas privadas para candidatos. A rejeição é uma derrota para o PMDB e para o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deu declarações públicas defendendo o financiamento privado. O financiamento empresarial foi defendido pelo bloco partidário chefiado pelo PMDB e também pelo PSDB, pelo PSD e pelo DEM, entre outros. PT, PRB, PDT e PPS votaram contra, entre outras legendas. Apenas 264 deputados votaram a favor, enquanto 207 votaram contra. Para alterar a Constituição, 308 votos são necessários. Quatro deputados se abstiveram.

O texto rejeitado na madrugada desta quarta é uma emenda apresentada ao original do relator da PEC, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e que pretendia estabelecer na Constituição a possibilidade de doações de empresas para candidatos e partidos. Amanhã, a Câmara irá votar o texto original de Maia, que prevê o financiamento de empresas somente para os partidos políticos. Depois, a Casa ainda terá de votar opções como o financiamento apenas por pessoas físicas e o financiamento exclusivamente público. Momentos antes, a Câmara já havia imposto uma derrota a Cunha e ao PMDB ao rejeitar o sistema eleitoral do “distritão”, que cria a eleição majoritária para deputados federais, estaduais e vereadores.

Eduardo Cunha negou que os resultados tenham sido derrotas pessoais, e disse que cumpriu seu papel ao colocar o tema em votação. “A conclusão que eu tiro é aquela que eu disse para vocês. Se a Casa não quer mudar nada, é porque ela prefere que fique tudo como está. Ela está rejeitando qualquer coisa que altere o texto constitucional. Provavelmente não vai mudar nada, nem fim de reeleição nem nada. Na eleição todo mundo prega a reforma política. Mas todo mundo tem medo de mudar o modelo”, disse Cunha. O presidente também disse que “a máscara vai cair”, em relação a parlamentares que dizem defender a reforma política.

Para viabilizar os 308 votos necessários à aprovação, Cunha manteve a votação aberta por quase 40 minutos, ante 20 minutos concedidos durante a votação dos sistemas eleitorais. Líderes partidários aproveitaram o tempo para chamar correligionários para votar. A Casa segue a votação da reforma política na tarde desta quarta, com o tema do fim das reeleições.

Segundo o líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), o partido trabalhará para baratear as campanhas ao impor limitações às doações de empresas durante a regulamentação da PEC, que ser feita por meio de uma lei ordinária. “Nós já tivemos uma rejeição enorme no aumento do Fundo Partidário, que foi de R$ 300 milhões para R$ 800 milhões. O custo (do financiamento público exclusivo) seria de R$ 10 bilhões. É meio ajuste. O país não tem esse dinheiro. Somos a favor do financiamento privado. Agora, com limites”, argumentou Picciani.

“O que a sociedade pediu, o que a sociedade quer, é justamente o fim da influência do poder econômico sobre o parlamento. Essa não é uma proposta do governo ou da oposição, é de quem não quer, de quatro em quatro anos, ter que ficar mendigando às portas das empresas”, disse o deputado Alessandro Molon (PT-RJ).

Ao longo desta semana, a Câmara votará de forma “fatiada” vários temas da PEC da reforma política. Depois da escolha do sistema eleitoral, os parlamentares devem discutir a forma de financiamento das campanhas, o que pode ocorrer ainda hoje. As propostas aprovadas terão de ser aprovadas ainda em 2º turno na Câmara, antes de seguirem para o Senado, onde serão votadas também em dois turnos. Momentos antes, a Câmara impôs uma derrota a Cunha e ao PMDB ao rejeitar o sistema eleitoral do “distritão”, que cria a eleição majoritária para deputados federais, estaduais e vereadores.

Distrital misto e lista fechada rejeitados
Horas antes, o Plenário da Câmara já havia rejeitado outras duas propostas. O distrital misto, defendido pelo PSDB, teve 99 votos favoráveis e 369 votos contrários. Pela proposta, metade dos parlamentares seria eleito em distritos, conforme o modelo inglês, e a outra metade seria eleito por meio da lista partidária. PPS e PV também orientaram as bancadas a votar favoravelmente à proposta, de autoria do deputado Marcus Pestana (PSDB-MG). DEM e PROS liberaram a bancada.

Na primeira votação nominal do dia, o plenário rejeitou por 402 votos contrários e 21 favoráveis o sistema de lista fechada. Dentre as bancadas, apenas o PCdoB encaminhou à favor do voto em lista. De forma supreendentemente, o PT também encaminhou contra a proposta, que é uma bandeira histórica do partido. O plenário também registrou duas abstenções. Segundo o líder do PT, Sibá Machado (AC), o partido acredita que o tema deve ser definido em uma lei ordinária, e não em uma PEC.

leia mais:


Compartilhe essa notícia:

Picture of Redação

Redação

Colunas

Orlando Pontes

Orlando Pontes

Administração de Taguatinga terá novo endereço

Caroline Romeiro

Caroline Romeiro

Por que a nutrição virou protagonista no futebol?

José Matos

José Matos

Parábolas para mudar a sua vida – I

Carlos Alenquer

A grande depressão e a comida jogada fora

Júlio Miragaya

Júlio Miragaya

O coração do mundo

Chico Sant'Anna

Ferrovia 3 em 1 para ligar Brasília ao Entorno Sul

Tersandro Vilela

Tesandro Vilela

Cresce uso da IA por estudantes brasileiros

Júlio Pontes

Júlio Pontes

“Lá no céu de Brasília estrelas irão cair”

Últimas Notícias

Famílias selecionadas para o DF Social têm até quinta (25) para abrir conta no BRB

23 de setembro de 2025

Seminário jurídico debate novo marco legal dos seguros

23 de setembro de 2025

Administração de Taguatinga terá novo endereço

22 de setembro de 2025

Celina Leão participa da abertura dos Jogos dos Institutos Federais

22 de setembro de 2025

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram
Brasília Capital

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão Impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão Impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2025 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.