De acordo com a corporação, o grupo atuava há cerca de um ano usando “laranjas”. Os “corretores” ligados a empresas do Espírito Santo faziam a intermediação entre compradores de grãos do estado e produtores rurais de outras unidades da federação.
Depois de fechar o negócio, eles solicitavam aos responsáveis pelas organizações de fachada a emissão de uma nota fiscal fria. O documento era usado no transporte da carga, dando a aparência de que a ação ocorria de forma legal.
Com isso, segundo a polícia, o produtor rural não pagava o imposto devido, e o comprador do ES adquiria crédito de ICMS, enquanto o débito tributário ficava no nome de uma empresa inexistente e que tinha sócios “laranjas”. A ação foi batizada de Operação Tabulare e conta com o apoio da Secretaria da Fazenda.