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Carnaval do povo

  • Redação
  • 23/01/2015
  • 18:26

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Crise no GDF e falta de investimento no carnaval de Brasília, faz com que bloco peça ajuda aos foliões

 

Gustavo Goes

A crise financeira que vive o Distrito Federal pode afetar o carnaval de muita gente, mas não abalou os foliões da capital. Pelo contrário. Blocos menores, como o Babydoll de Nylon passaram a buscar apoio dos próprios foliões para fazer seu carnaval. Os líderes lançaram uma campanha pelo site Catarse e desde quarta-feira (21) estão arrecadando dinheiro para custear despesas com banheiros químicos, carros de som, entre outras. A meta é obter R$ 25 mil até o dia 10 de fevereiro.

Levando a propagando de “menor, mais ridículo e menos promissor bloco de Brasília”, o Babydoll de Nylon reuniu 15 mil pessoas, que vestiam camisolas e outros artigos característicos, na Praça do Cruzeiro. Nada mal para um bloco pequeno, com apenas quatro anos de existência.

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A estratégia dos organizadores tinha rendido R$ 8.215  até sexta-feira (23), doados por 149 doadores(Confira no link a parcial das doações). Cada um deles recebe uma recompensa simbólica, dependendo do valor investido. Quem dá R$ 20, recebe agradecimentos no Facebook; com R$ 50 recebe um adesivo exclusivo do bloco; com R$ 130 ganha um “Abadabydoll” para usar no carnaval; com R$ 250, o direito a uma volta com acompanhante no circuito do Babydoll de Nylon no carro de som.

Na página destinada à doação aparecem custos que o bloco que vai ter durante o carnaval. O carro de som e os banheiros químicos são os itens que mais vão pesar no orçamento e, consequentemente, no dos foliões: R$ 12 mil e R$ 8 mil, respectivamente. Completando a lista de gastos, estão o pagamento do ECAD, aproximadamente R$ 750; o alvará do GDF, R$ 1 mil; e o imposto e a taxa do site, que custará R$ 3.250.

Mesmo dificultando e, muitas vezes, impossibilitando a saída de alguns blocos de carnaval em Brasília, um dos organizadores Babydoll de Nylon, Raphael Pontual, acredita que, diante da crise instalada no GDF, não teria como destinar verba para o carnaval.

“Seria hipocrisia da nossa parte querer receber dinheiro do governo, sendo que muitos trabalhadores estão sem receber seus salários. Por isso esperamos uma colaboração do nosso público e de patrocínios privados”, explicou.

 

Suvaco da Asa

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Outro bloco tradicional de Brasília, o Suvaco da Asa, também se reinventou para conseguir fazer seu carnaval. A estratégia para suprir os problemas financeiros e realizar a festa pernambucana será a venda de camisas e a campanha “Adote uma muda”, para diminuir o impacto ambiental causado pela multidão que acompanha o bloco.

Diferente dos demais, o bloco se apresenta antes do carnaval, no dia 31 de janeiro, e reúne cerca de 20 mil pessoas no Quiosque Codorna, no Cruzeiro Velho. A venda de camisas, que custam R$ 40, é uma forma de os foiliões contribuírem, mas o traje não é obrigatório para participar da folia, que é aberta ao público.

Além do vestuário, o folião poderá estar contribuindo com a festa ao comprar uma muda de árvore por R$ 10 e plantá-la em áreas degradadas, principalmente no Cruzeiro e Sudoeste, áreas afetadas pelo desfile do bloco. A proposta é fazer o plantio de mudas para compensar a emissão de carbono e fixar nas gerações futuras, o Suvaquinho da Asa, o respeito ao ambiente.

Apesar de não receber os recursos que recebia em outros anos, o Suvaco da Asa conta com o apoio do GDF, que pode conseguir alvarás e banheiros químicos para a festa.

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