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Quando as leituras abraçam e cuidam

  • Redação
  • 06/12/2022
  • 14:14

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Uniduniler Todas as Letras retoma o Festival Itinerante de Leitura – Foto: Divulgação

Da Redação

Depois de mais de dois anos sem realizar atividades presenciais, o Uniduniler Todas as Letras retomou o Festival Itinerante de Leitura e realizou a sétima edição em grande estilo, unindo artistas de várias linguagens para mostrar que são muitas as leituras possíveis.

Coordenado pela jornalista e escritora Alessandra Roscoe, o projeto reúne escritores, ilustradores, músicos, contadores de histórias e mediadores de leitura para mostrar que tudo cabe num livro, numa leitura partilhada, capaz de envolver públicos distintos e em lugares onde quase sempre nenhum tipo de arte está presente.

Este ano, a caravana poética do Uniduniler Todas as Letras percorreu creches, escolas, hospitais, centros de assistência a idosos, realizou Concertos Literários em teatros, momentos de leitura com agricultores familiares, com mulheres e crianças vítimas de violência em casa abrigo e leituras sensoriais com bebês portadores de necessidades especiais.

O Festival, que acontece com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, percorreu 11 regiões Administrativas de julho a outubro e realizou três formações para capacitar profissionais a atuar com as leituras afetivas e partilhadas. Estas formações aconteceram de modo remoto em 2020 e permitiram a participação de pessoas de todos o Brasil e de países como Portugal, Argentina, Chile e Uruguai.

Leitores desde o ventre

O Festival Itinerante de Leitura é apenas uma das ações do Uniduniler Todas as Letras, que desde 1998 desenvolve ações focadas na formação de leitores desde o ventre, com o projeto Aletramento Fraterno, e atua com crianças, jovens, adultos, idosos, pessoas hospitalizadas, com necessidades especiais ou em privação de liberdade.

Vários dos projetos são permanentes, como o Terapia da Palavra, que leva música e leitura aos hospitais, ou o Caixinha de Guardar o Tempo, de leitura e memória com idosos.

O poder transformador do livro aberto

O Festival é apenas um braço do Uniduniler Todas as Letras. É o momento de juntar os artistas e mostrar a eles o quanto um livro aberto e uma leitura feita em voz alta, muitas vezes para um público que está distante desse universo, pode ser transformador e potente.

“Eu sempre brinco que o festival forma leitores, mas forma também autores. Enxergar o brilho nos olhos de alguém já em idade avançada que nunca teve oportunidade de se alfabetizar e que por isso pensava que o mundo dos livros não estava ao seu alcance, é uma emoção imensa”, diz Alessandra Roscoe.

Ela conta que muitas pessoas se identificam com as histórias lidas pelos próprios autores e que, mesmo sem saber ler ou escrever, sentem-se estimulados para contar as suas histórias.

Para Alessandra, que já publicou mais de 40 livros, teve obra adaptada para o cinema, publicada em outros países e já foi finalista do Prêmio Jabuti, nada se compara, em termos de realização, à alegria de uma criança que descobre que sabe sim ler, mesmo sem estar formalmente letrada, quando pega um livro, inventa a história que conta e se apropria de tudo o que mostra e conta.

Pipas ilustradas com trechos de livros

Festival Itinerante de Leitura – Foto: Divulgação

Mais do que mostrar que são muitas as leituras possíveis, e que ler pode ser carinho, cuidado e até cura, o Uniduniler Todas as Letras faz questão de tirar a leitura e os livros de dois lugares muito comuns: o da intelectualidade e o da chatice ou da obrigação.

“A gente não tem que ler para fazer prova ou dever de casa. A escola acaba fazendo da leitura algo muito dissociado do prazer, principalmente para as crianças e os jovens. Nós, nos projetos do Uniduniler Todas as Letras buscamos sempre o lúdico, a liberdade de brincar, de descobrir novas formas de ler”, afirma Alessandra.

Desde a primeira edição, um dos pontos altos do Festival é a revoada poética. A partir de um piquenique de leituras, crianças e adultos confeccionam pipas poéticas, que literalmente fazem voar a imaginação. O Festival tem 14 modelos de pipas ilustradas com trechos de livros, poemas e ilustrações feitas pelos artistas que já participaram das caravanas. 

As pipas trazem a leitura para o lugar da brincadeira, da diversão. Em uma das edições anteriores, uma criança de 9 anos de idade, depois de “ler” uma das pipas poéticas do Uniduniler, contou, orgulhosa, que “aquele tinha sido o primeiro livro lido.

Revoadas poéticas

Na sétima edição, o Festival realizou duas revoadas poéticas com oficinas de pipas, três concertos literários, leituras sensoriais com cegos, com bebês e com pessoas hospitalizadas, com agricultores familiares, duas leituras em Casa Abrigo, com mulheres e crianças vítimas de violência em proteção do Estado, um momento com idosos e três encontros formativos.

Participaram com Alessandra Roscoe, os escritores Blandina Franco (SP), Leo Cunha (MG), Jonas Ribeiro (SP), Adriana Nunes (DF), Preta Ferreira (SP); os ilustradores Carli Ayô (DF), Yla Camylla (DF), Gabriel Guirá (DF), José Carlos Lollo (SP); e os músicos David Ramy (Portugal), Orlando Neto (DF) e Raquel Gomes (Portugal). Nesta edição, o Festival “itinerou” pelo Plano Piloto, Lagos Sul e Norte, Brazlândia, Gama, Taguatinga, Park Way, Ceilândia e São Sebastião.

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